"Nunca é tarde demais para ser o que você poderia ter sido."

domingo, 23 de maio de 2010

Espaço e Lugar

Expositor: Kayo Costa
Comentador: Rafael Cabral
Para Anthony Giddens, a palavra “espaço ” é utilizada genericamente enquanto “lugar” e  se refere a uma noção específica do espaço: trata-se de um espaço particular, familiar, responsável pela construção de nossas raízes.


O texto discute o território físico e simbólico da arte,  sobretudo uma das caracteristicas que definem a existência da arte o fato dela ocupar um espaço pensado como o espaço institucionalizado.
Gostei muito do modo simples e informativo com que o Kayo ministrou o seu seminário, foi muito bom!
Rafael conseguiu a proeza de apagar o próprio trabalho em pleno início de seus comentários, onde, segundo ele, haviam imagens sobre o assunto a ser comentado... Uma pena. Achei também meio confuso suas explicações, mas no debate, fluiu melhor.

Na segunda parte da aula, a dinâmica do oculto teve seu prosseguimento:
Renan e Patrick: desde outras aulas, sabemos que nosso colega Renan segue o espiritismo e tivemos a oportunidade de descobrir como tudo isso teve início exatamente nesta aula, onde ele nos revela que durante uma noite, ele ainda criança com uns seis anos de idade, escuta uma gargalhada diabólica gritando em seguida: " EU VOU TE MATAR!". Um de seus tios, após este ocorrido, iniciou Renan no espiritismo, onde ele pode controlar melhor seus "dons ocultos" até hoje. Já Patrick, nos conta algo bem parecido e que acredita que de tanto seu irmão colecionar posters de ícones de filme de terror, algum espírito obsessor se aproximou realmente. O fato é que alguma força maior e fora de seu controle, o fez tentar esganar o irmão durante a noite. Patrick não lembra de nada, apenas de acordar em cima do irmão com as mãos envoltas no pescoço dele, como se quisesse matá-lo.
Ícaro e Kayo: Esta foi realmente a história que entre todas mais me arrepiou. Ícaro nos conta que sua mãe encontrou com a "vira-bixo", a mãe, da Pantera, uma figura conhecida por muitos aqui em Belém. Depois de ir até a casa da lendária figura, a mãe dele dá o endereço de sua própria casa, porém errado, volta pra casa pertubada com as declarações dadas, chegando até a pegar ônibus errado, e no meio da noite sente vontade de estender roupa. Ao chegar no varal, escuta um forte assobio: FIIIIIIIIIIIIIIIU. Entra em casa assustada. Pela manhã, alguém bate na porta. Ela abre e dá de cara com a "vira-bixo", que muito naturalmente diz: "Oi, vim te visitar!". Kayo nos conta mais uma vez sobre o pai. Muito parecido com o oculto da Carol, ele também relata ter sonhado com o pai, alguns dias após o mesmo ter falecido. Aqui outro registro de sonhos que parecem muito reais e por isso confortam.O pai pedia pra ninguém chorar, pois estava bem agora.
Romário e Felippe: Mais um conto gostoso sobre os causos do interior. Dessa vez foi Romário e sua Dama do Bacuri. Achei fantástico o relato. Uma mulher bonita, toda vestida de branco e com os cabelos brancos que apontava os bacuris-mamãos para a avó dele, a qual ainda era criança, e  junto com os irmãos viveu esse imaginário todo. Felippe vem nos contar de sonhos confortadores também.  Seu avô levantava do caixão e dizia estar bem, que não era pra ninguém chorar.
Wallace: Contou que seu pai sentiu a presença de um parente o seguindo pela estrada, ao chegar em casa o parente estava dormindo. No outro dia tivera a notícia de que sua mãe morrera na noite anterior. A família acredita que era o espírito da falecida, tentando avisar que estava tudo bem.

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